====== Mobilidade Acadêmica Internacional ======
**Curso de Administração — UTFPR Campus Curitiba**
Esta página organiza o processo de **Mobilidade Acadêmica Internacional**, incluindo preparação, plano de estudos, realização das atividades no exterior, retorno à UTFPR e aproveitamento acadêmico dos estudos realizados.
**STATUS DA PÁGINA**
**Versão:** 0.1 — Protótipo
**Situação:** EM MAPEAMENTO — COM EVIDÊNCIA DOCUMENTAL E CURADORIA NORMATIVA PENDENTE
O projeto possui documentação real de mobilidade acadêmica internacional realizada no Instituto Politécnico de Bragança — IPB, em Portugal.
Também existe regulamentação histórica de mobilidade incorporada ao repositório do projeto, cuja vigência atual ainda precisa ser confirmada.
Por isso, esta versão organiza o processo sem presumir regras normativas ainda não validadas.
===== 1. O que é Mobilidade Acadêmica Internacional? =====
Mobilidade Acadêmica Internacional é o período em que o estudante realiza atividades acadêmicas em instituição estrangeira, mantendo vínculo com sua instituição de origem conforme as regras do programa aplicável.
A mobilidade pode envolver:
* disciplinas;
* atividades acadêmicas;
* estágio;
* projeto;
* pesquisa;
* outras atividades previstas no acordo institucional.
**MOBILIDADE NÃO É SINÔNIMO DE DUPLA DIPLOMAÇÃO**
A mobilidade acadêmica pode ocorrer sem que o estudante participe de programa de dupla diplomação.
Dupla diplomação possui regras próprias e deve ser tratada em página específica.
===== 2. Tipos de mobilidade a distinguir =====
A Wiki deverá diferenciar, sempre que aplicável:
* mobilidade por acordo bilateral;
* intercâmbio;
* mobilidade por edital;
* programa institucional;
* mobilidade com plano de estudos previamente aprovado;
* mobilidade vinculada à dupla diplomação;
* atividades acadêmicas isoladas no exterior;
* outras modalidades institucionais.
**PENDENTE DE CURADORIA**
Confirmar quais dessas modalidades são atualmente reconhecidas e como cada uma é regulamentada pela UTFPR.
===== 3. Quem inicia a demanda? =====
Em regra, o estudante interessado inicia sua participação conforme:
* edital;
* programa;
* acordo institucional;
* chamada específica;
* orientação do setor de relações internacionais.
**PENDENTE DE VALIDAÇÃO OPERACIONAL**
Confirmar:
* qual setor recebe a manifestação inicial;
* se há inscrição em edital;
* se a Coordenação precisa autorizar previamente;
* se existe análise curricular antes da candidatura;
* se existe seleção institucional.
===== 4. Papel da Coordenação =====
A Coordenação pode participar de etapas acadêmicas como:
* análise da trajetória do estudante;
* análise do plano de estudos;
* comparação entre disciplinas;
* avaliação de compatibilidade acadêmica;
* emissão de parecer;
* análise de substituições de componentes durante a mobilidade;
* análise do retorno;
* orientação sobre aproveitamento dos estudos realizados.
**A COORDENAÇÃO NÃO DEVE SER PRESUMIDA COMO RESPONSÁVEL POR TODA A MOBILIDADE**
A mobilidade envolve também setores institucionais de relações internacionais e registro acadêmico.
O papel da Coordenação deve ser separado do papel administrativo e internacional.
===== 5. Papel do setor de Relações Internacionais =====
A mobilidade internacional normalmente envolve setor institucional responsável por relações internacionais.
Esse setor pode atuar em:
* editais;
* acordos;
* indicação ou seleção;
* comunicação com instituição estrangeira;
* documentação institucional;
* acompanhamento da mobilidade;
* tramitação internacional.
**PENDENTE DE VALIDAÇÃO**
Confirmar:
* nome atual do setor no Campus Curitiba;
* competência local e institucional;
* canais de atendimento;
* sistemas utilizados;
* divisão de responsabilidades com Coordenação e PROGRAD.
===== 6. Plano de estudos =====
Antes da mobilidade, pode ser necessário elaborar um **Plano de Estudos** contendo as atividades que o estudante pretende realizar na instituição de destino.
Esse documento pode incluir:
* disciplinas;
* códigos;
* carga horária ou créditos;
* período;
* possíveis equivalências;
* instituição de destino;
* assinaturas ou aprovações.
**O PLANO DE ESTUDOS É DOCUMENTO CENTRAL**
Sempre que existir, ele deve ser tratado como referência principal para verificar o que foi previamente acordado antes da mobilidade.
===== 7. Alterações no plano de estudos =====
Durante a mobilidade, pode ser necessário alterar o plano inicialmente aprovado.
Exemplos:
* disciplina não ofertada;
* conflito de horário;
* substituição de componente;
* mudança curricular na instituição de destino;
* necessidade acadêmica.
**PENDENTE DE MAPEAMENTO**
Confirmar:
* quem aprova alterações;
* se a Coordenação precisa autorizar;
* se existe formulário específico;
* se há prazo para alteração;
* como a mudança é registrada.
===== 8. Documentos antes da mobilidade =====
Podem ser necessários, conforme o programa:
* candidatura;
* edital;
* histórico acadêmico;
* comprovante de matrícula;
* plano de estudos;
* carta de aceite;
* documento de identificação;
* passaporte;
* documentos da instituição de destino;
* comprovantes exigidos pelo programa.
**LISTA OFICIAL A CONFIRMAR**
A documentação deve ser verificada no edital ou regulamento específico de cada programa.
===== 9. Durante a mobilidade =====
Durante o período no exterior, o estudante deve:
* cumprir as atividades previstas;
* acompanhar eventuais alterações;
* manter documentação organizada;
* comunicar mudanças relevantes;
* guardar comprovantes acadêmicos;
* solicitar documentos finais da instituição de destino.
===== 10. Documentos após a mobilidade =====
Após o período no exterior, podem ser necessários:
* histórico ou certificado de notas;
* certificado de avaliação;
* comprovante do período de estudos;
* plano de estudos final;
* documentos de alterações;
* certificados de atividades;
* documentação institucional de retorno.
===== 11. Caso real do projeto — IPB =====
O projeto possui um caso real de mobilidade acadêmica no **Instituto Politécnico de Bragança — IPB**, em Portugal.
A documentação disponível registra:
* estudante da UTFPR — Campus Curitiba;
* período de estudos entre **setembro de 2022 e maio de 2024**;
* acordo de estudos;
* certificado de avaliação;
* identificação das unidades curriculares;
* resultado de aprovação;
* classificação local;
* classificação ECTS;
* créditos ECTS.
Entre os componentes aprovados constam:
* Complementos de Gestão;
* Instrumentos de Gestão;
* Gestão da Inovação e Empreendedorismo.
Cada um aparece com **6 créditos ECTS**.
**CASO REAL COMO EVIDÊNCIA DE PROCESSO**
Esse caso demonstra quais tipos de documentos podem existir em uma mobilidade internacional.
Ele não deve ser usado para definir regras gerais de mobilidade sem confirmação normativa.
===== 12. Sistema de créditos ECTS =====
Instituições europeias podem utilizar o sistema ECTS.
A documentação do caso IPB registra:
* número de créditos ECTS;
* classificação ECTS;
* classificação local.
**NÃO PRESUMIR CONVERSÃO AUTOMÁTICA**
A Wiki ainda precisa validar:
* como a UTFPR interpreta créditos ECTS;
* como ocorre eventual conversão;
* se o critério utilizado é carga horária, conteúdo, resultados de aprendizagem ou combinação desses fatores;
* quem realiza a análise.
===== 13. Aproveitamento dos estudos realizados =====
Após o retorno, os componentes cursados podem precisar ser submetidos a processo de:
* equivalência;
* convalidação;
* aproveitamento de estudos;
* reconhecimento no âmbito do acordo.
Consultar:
* [[processos:convalidacao|Convalidação, Equivalência e Aproveitamento de Estudos]]
**MOBILIDADE E APROVEITAMENTO SÃO ETAPAS RELACIONADAS, MAS DISTINTAS**
Realizar a mobilidade não significa necessariamente que todos os componentes cursados serão automaticamente lançados como equivalentes na UTFPR.
O tratamento depende das regras do programa e do procedimento acadêmico aplicável.
===== 14. Estudos previamente aprovados =====
Quando existir plano de estudos previamente aprovado, deve ser verificado:
* se o componente cursado corresponde ao aprovado;
* se houve alteração formal;
* se houve aprovação;
* se o número de créditos corresponde ao planejado;
* se o reconhecimento já estava previamente definido.
**PENDENTE DE VALIDAÇÃO**
Confirmar se a aprovação prévia do plano de estudos gera direito automático ao reconhecimento ou se ainda exige análise posterior.
===== 15. Componentes diferentes dos previstos =====
Quando o estudante cursar disciplina diferente daquela inicialmente aprovada, pode ser necessária nova análise de compatibilidade.
A documentação deve indicar:
* componente originalmente previsto;
* componente efetivamente cursado;
* motivo da alteração;
* aprovação ou autorização correspondente;
* resultado obtido.
===== 16. Resultado acadêmico =====
A documentação da instituição estrangeira pode utilizar:
* escala de notas própria;
* conceitos;
* classificação ECTS;
* créditos.
**TRATAMENTO DE NOTAS A VALIDAR**
Ainda precisa ser definido:
* se a UTFPR converte notas;
* se registra apenas aprovação;
* como aparecem os resultados no histórico;
* qual setor efetua o registro.
===== 17. Fluxo preliminar =====
==== 17.1 Interesse / candidatura ====
O estudante identifica oportunidade de mobilidade e realiza os procedimentos iniciais.
==== 17.2 Análise acadêmica ====
A Coordenação analisa a trajetória e o plano de estudos, quando aplicável.
==== 17.3 Aprovação institucional ====
As instâncias competentes analisam e autorizam a participação.
==== 17.4 Aceite da instituição estrangeira ====
O estudante recebe documentação da instituição de destino.
==== 17.5 Formalização do plano ====
O plano de estudos é aprovado e registrado.
==== 17.6 Realização da mobilidade ====
O estudante realiza as atividades no exterior.
==== 17.7 Alterações, se necessárias ====
Mudanças devem ser formalizadas quando exigido.
==== 17.8 Encerramento ====
A instituição de destino emite os documentos acadêmicos finais.
==== 17.9 Retorno à UTFPR ====
O estudante apresenta os documentos.
==== 17.10 Aproveitamento / registro ====
Os estudos realizados são analisados e registrados conforme o procedimento aplicável.
**FLUXO PRELIMINAR**
A sequência acima deve ser validada com os setores responsáveis e com a regulamentação vigente.
===== 18. Matriz preliminar de responsabilidades =====
^ Etapa ^ Responsável preliminar ^
| Interesse / candidatura | Estudante |
| Edital / programa | Relações Internacionais / setor responsável |
| Análise da trajetória | Coordenação |
| Plano de estudos | Estudante + Coordenação + instâncias aplicáveis |
| Aceite internacional | Instituição de destino |
| Alterações no plano | PENDENTE DE VALIDAÇÃO |
| Realização das atividades | Estudante |
| Emissão de resultados | Instituição de destino |
| Análise de aproveitamento | Coordenação / setor acadêmico |
| Registro no sistema | Setor administrativo competente |
| Arquivamento institucional | PENDENTE DE VALIDAÇÃO |
===== 19. Relação com dupla diplomação =====
A mobilidade internacional pode ocorrer dentro ou fora de programa de dupla diplomação.
Consultar:
* [[processos:dupla_diplomacao|Dupla Diplomação]]
**REGRAS DE DUPLA DIPLOMAÇÃO DEVEM SER TRATADAS SEPARADAMENTE**
Um acordo de dupla diplomação pode estabelecer regras próprias de:
* permanência;
* disciplinas;
* créditos;
* conclusão;
* emissão de diploma;
* reconhecimento acadêmico.
===== 20. Perguntas recorrentes =====
==== Toda mobilidade exige plano de estudos? ====
Depende do programa e da regulamentação aplicável.
No caso documentado no projeto, existe formalmente um Acordo de Estudos.
==== As disciplinas cursadas fora entram automaticamente no histórico da UTFPR? ====
Não deve ser presumido.
É necessário verificar o processo de reconhecimento, aproveitamento ou registro aplicável.
==== Créditos ECTS equivalem diretamente à carga horária brasileira? ====
Não deve ser presumida conversão automática.
Esse ponto ainda precisa de validação normativa e operacional.
==== Quem aprova as disciplinas antes da viagem? ====
A participação exata da Coordenação e dos setores de relações internacionais ainda precisa ser validada.
==== E se eu mudar de disciplina no exterior? ====
A alteração deve seguir o procedimento previsto pelo programa, quando aplicável.
==== Mobilidade é a mesma coisa que dupla diplomação? ====
Não.
A dupla diplomação é uma modalidade específica com regras próprias.
===== 21. Base normativa =====
O projeto possui referência a regulamentação institucional anterior sobre mobilidade acadêmica internacional.
Entre os documentos incorporados existe uma **Instrução Normativa conjunta PROREC/PROGRAD de 2014**.
**VIGÊNCIA NÃO CONFIRMADA**
Essa norma é antiga.
Antes de utilizá-la como fundamento definitivo, devem ser verificados:
* vigência atual;
* alterações;
* revogação;
* normas posteriores;
* regulamentação atual de mobilidade;
* regulamentos específicos dos programas.
===== 22. Questões para validação =====
- Qual é atualmente a norma principal de mobilidade internacional da UTFPR?
- A IN conjunta de 2014 ainda está vigente?
- Qual é o setor responsável no Campus Curitiba?
- Qual é o setor responsável institucionalmente?
- Quem aprova o plano de estudos?
- A Coordenação precisa assinar formalmente?
- Como são registradas alterações no plano?
- Como funciona o retorno?
- Quais documentos finais são obrigatórios?
- Como são tratados créditos ECTS?
- Como são tratadas notas estrangeiras?
- O reconhecimento é automático quando houve aprovação prévia?
- Quem lança o resultado no histórico?
- Existe prazo para solicitar o reconhecimento?
- Existe diferença entre mobilidade, intercâmbio e dupla diplomação?
- Quais programas possuem regras próprias?
===== 23. Relação com outros processos =====
* [[processos:convalidacao|Convalidação, Equivalência e Aproveitamento de Estudos]]
* [[processos:dupla_diplomacao|Dupla Diplomação]]
* [[processos:matricula|Matrícula e Ajuste de Matrícula]]
* [[coordenacao:papel_da_coordenacao|Papel da Coordenação e Limites de Atuação]]
* [[governanca:base_normativa|Base Normativa e Governança da Wiki]]
===== 24. Status de desenvolvimento =====
^ Item ^ Situação ^
| Conceito geral | ESTRUTURADO |
| Caso real de mobilidade | DOCUMENTADO |
| Plano de estudos | IDENTIFICADO |
| Documentos de retorno | IDENTIFICADOS PARCIALMENTE |
| Papel da Coordenação | EM MAPEAMENTO |
| Papel das Relações Internacionais | EM MAPEAMENTO |
| Tratamento de ECTS | PENDENTE |
| Tratamento de notas | PENDENTE |
| Reconhecimento acadêmico | EM MAPEAMENTO |
| Norma de 2014 | VIGÊNCIA A CONFIRMAR |
| Curadoria normativa atual | PRIORITÁRIA |
| Validação operacional | PENDENTE |
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**Última atualização:** 23/09/2026
**Responsável pela sistematização:** Diogo Souza de Oliveira
**Validação operacional:** PENDENTE — Prof. Francisco Rodrigues Lima Junior
**Curadoria normativa:** PRIORITÁRIA